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Por que os ERPs NÃO calculam a MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO?

A discussão é longa e dificilmente trazida à tona pelas fabricantes de ERP.

Já os profissionais de Controladoria e Finanças (custeio absorção industrial), convivem com essa situação há anos.

Mas ninguém de fato ataca o problema:

Como obter a MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO se os ERPs não separam (nativamente) o custo médio dos estoques entre fixo e variável?

Antes de mais nada, precisamos separar os ERPs nacionais (TOTVS, SENIOR, SANKHYA, ETC) dos ERPs globais (SAP, ORACLE, DYNAMICS, ETC).

No caso específico do SAP, tido por muitos como “o melhor sistema integrado do planeta”, é até possível medir a MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO, desde que, ao ativar o Ledger de Materiais, sejam configurados os elementos de custo.

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Regime de Compras ou Regime de Competência?

Com certeza você já ouviu falar em regime de competência e regime de caixa. São dois conceitos consolidados e largamente utilizados por empresas de qualquer porte.

Porém, você ainda não deve ter ouvido falar em “Regime de Entrada” (ou “Regime de Compras”), correto?

O post de hoje aborda justamente este conceito de “Regime de Entrada”, discutindo claramente a sua função e utilização no ambiente empresarial.

Um abraço e boa leitura!

Lucas


Imagine dois cenários:

  1. Cenário 1: Uma indústria, onde o processo orçamentário inicia-se estimando as vendas do próximo ano e, em seguida, dimensionando mão de obra, equipamentos, insumos, matérias primas para atender à demanda.
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Quais os check points vitais durante o processo de fechamento de custos?

No custeio por absorção, onde os gastos variáveis (matérias primas, insumos, embalagens) advêm do módulo de estoque e, os gastos fixos, da contabilidade, fica evidente que os dois primeiros passos para o fechamento de custos são:

i) Fechar e atualizar o custo médio dos estoques (itens comprados);

ii) Contabilizar todos os custos fixos, tais como: folha, depreciação, material de uso e consumo, serviços contratados e, inclusive, o custo dos itens comprados (calculados no item 1). Todos estes GGFs (gastos gerais de fabricação), uma vez contabilizados, servirão de base para o cálculo de custo dos produtos acabados e semi-acabados;

Finalizada as duas etapas acima, quais são os próximos passos?

Quais controles devo ter para garantia (de prazo e acurácia) dos números apresentados?

O post de hoje demonstra exatamente o processo de fechamento de custo industrial, e esclarece, de uma vez por todas, os principais check points que devem ser observados em cada etapa, evitando, com isso, surpresas desagradáveis ao final do fechamento.

Um abraço e boa leitura!

Lucas Martins da Costa Moreira

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